Pickleball : Liga Supremo em Gaspar
Etapa Skechers da Liga Supremo reunirá mais de 250 atletas na mais moderna arena da modalidade no Brasil, oferecendo ainda diversas ativações ao público
15/7/2025 – Gaspar será a capital brasileira do pickleball entre os dias 18 e 20 de julho, quando receberá mais de 250 atletas para a disputa da 6ª etapa da Liga Supremo, principal circuito profissional da América Latina, fundado justamente na cidade catarinense. Modalidade que combina tênis, badminton e até tênis de mesa, o pickleball vem ganhando milhares de praticantes no país e reunirá neste final de semana os maiores atletas do continente, na Arena Gaspar (Rua Antonio Frederico Schramm, 268).
Com entrada gratuita, o evento em Gaspar vai muito além das competições esportivas. A organização promete realizar um festival com diversas atrações voltadas ao bem-estar: espaço para yoga, clínicas de diversas modalidades (pickleball, padel e beach tennis) e serviços de recovery. Para realizar estas ações e ainda receber os jogadores e o público nas melhores condições possíveis, a Liga Supremo promoveu uma reforma completa na Arena Gaspar, que agora se torna a mais moderna arena de pickleball do Brasil.
Com mais de 100 milhões de praticantes no mundo, sendo os Estados Unidos responsáveis por cerca de 40% deste total, o pickleball tem cerca de 30 mil atletas no Brasil e estimativas otimistas indicam que o país pode atingir a marca de 1 milhão de jogadores já nos próximos anos. Um dos segredos do sucesso está em seu caráter democrático e inclusivo, isto é, um esporte capaz de contemplar homens e mulheres de todas as idades.
Isso se deve à medida reduzida da quadra (13 metros de comprimento por 6m de largura), à menor velocidade dos golpes e à bola mais leve, feita de plástico e cheia de furinhos. Os jogadores são separados por uma rede e podem disputar partidas de simples e duplas, cujos sets vão até 15 pontos.
“O pickleball é um esporte que você aprende rápido a jogar, que em poucos minutos você já consegue bater bola. As partidas são de curta duração e ainda têm uma grande vantagem para quem está em uma faixa etária mais avançada, porque as quadras são menores e não exigem muito deslocamento, como no tênis”, explica Paulo Cantoli, CEO da Liga Supremo.
Em Gaspar, a Liga Supremo distribuirá R$30 mil em premiação aos atletas. As disputas profissionais vão reunir 64 jogadores, incluindo destaques internacionais, caso da venezuelana Muya Bresh, e os principais nomes do Brasil, como Eliza Ramos e Marcela Donatoni.
“O boom da modalidade aconteceu depois da pandemia da Covid-19, que foi quando eu comecei a jogar também. Primeiro como uma grande brincadeira, até porque antigamente nós jogávamos e não éramos remunerados, nem recebíamos premiação”, diz Marcela, 26 anos, que hoje se dedica exclusivamente ao esporte e, além da Liga Supremo, disputa a liga australiana.
Pioneirismo na América Latina
Em sua primeira temporada, a Liga tem como principal pilar a valorização dos atletas. Inspirado no modelo norte-americano, o evento distribui cerca de 40% das suas receitas para os competidores, o que, em poucos meses, já vem contribuindo para acelerar a profissionalização da modalidade no Brasil. Ao todo, a projeção é de mais de R$ 2 milhões em premiações ao longo das 12 etapas previstas para 2025.
“A Liga está um passo à frente: está estruturando o ambiente profissional antes mesmo de o mercado fazer isso por conta própria. Para isso, é fundamental valorizar os atletas, não somente por meio de premiações e salários, mas também entregando um evento com estrutura de padrão internacional e alto nível técnico”, disse Paulo Cantoli, CEO da Liga Supremo.
A popularidade do pickleball tem avançado em ritmo acelerado em todo o mundo. Nos Estados Unidos, é o esporte que mais cresce, chegando a mais de 300% nos últimos quatro anos. A modalidade já conta com quase 40 milhões de praticantes no país, incluindo grandes personalidades e atletas, como LeBron James, que recentemente adquiriu uma franquia da Major League Pickleball, Serena Williams, André Agassi, Tom Brady e Selena Gomez.
Com regras simples, raquetes leves e quadras menores, o esporte proporciona partidas dinâmicas e de baixo impacto, ideais para todas as idades — de crianças a idosos. Essa ergonomia reduz riscos de lesão e favorece uma prática mais prazerosa e segura.
A natureza inclusiva do esporte tem sido um dos principais vetores de sua expansão, promovendo socialização entre gerações e se adaptando tanto ao ambiente recreativo quanto ao competitivo.













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